quinta-feira, 27 de setembro de 2018
Devocional - Salmo 1:3
domingo, 6 de maio de 2018
Spoiler é pecado!
Não destruas por causa da comida a obra de Deus. É verdade que tudo é limpo, mas mal vai para o homem que come com escândalo.
Bom é não comer carne, nem beber vinho, nem fazer outras coisas em que teu irmão tropece, ou se escandalize, ou se enfraqueça.
Romanos 14:19-21 [grifo meu]
domingo, 22 de abril de 2018
Considerações sobre o livro "Contra a Idolatria do Estado"
Após essa primeira reflexão o autor entra de fato no tema da idolatria do Estado, usando como base o primeiro capítulo da carta de Paulo aos Romanos, na qual ele apresenta a recusa da revelação geral em conjunto com a idolatria do Estado, na medida em que a troca do Deus incorruptível pela imagem de aves, quadrúpedes e répteis seria alusão aos estandartes dos exércitos romanos e a figura do imperador. Vendo desta forma, a mensagem de Paulo seria subversiva, direcionada ao povo que negava a revelação geral e depositava a sua fé no imperador e seu poder político.
Apresenta também os limites de obediência ao Estado, usando como base os textos de Romanos 13:1-7 e Atos 5: 14-36, a fim de provar que o cristão deve se submeter às autoridades legítimas, definidas como aquelas que punem o mal e recompensam o bem com serviço público e proteção. Quando houver colisão entre a lei o a Palavra, o cristão é livre para se opor à lei.
O autor separa um momento para trazer alguns conceitos como direita, esquerda e afins, alegando que o Brasil não possui partidos de direita, e que a maior parte dos partidos políticos atuais tem sua cartilha pautada nos ideias da esquerda e extrema esquerda. Acusa-os, portanto, de ludibriar a sociedade, ao taxar de direita os partidos de centro, de extrema direita os de direita, como se a cartilha da esquerda no Brasil fosse de centro, e a extrema esquerda fosse a esquerda.
Ele também critica a prática de alguns socialistas na defesa dos ideais da esquerda, por sempre compararem os ideais socialistas com o pior do capitalismo, a fim de apresentar este como um vilão; quando na verdade deveriam comparar a esquerda e direita como ocorrem na realidade, usando como exemplo Alemanha Oriental e Ocidental, ou Coréia do Sul e Norte, pois apresentaram os dois espectros políticos dentro da mesma sociedade ao mesmo tempo.
Embora ele faça esta crítica, que não deixa de ser instigante, acaba de certa forma dando uma bola fora, e faz a mesma coisa quando vai conceituar esquerda e direita, apresentando esta última como o espectro político que privilegia as liberdades pessoais e econômicas, garantias de direitos e afins; enquanto apresenta a esquerda como um modelo de pouca ou nenhuma liberdade pessoal e econômica, e faz uso de termos como "domínio" do Estado sobre todas as esferas da sociedade. Quem está acostumado a ler e escrever sabe que a escolha de palavras é uma chave mestra pra conduzir opiniões. O autor apresenta um segundo conceito para cada um dos dois espectros, e faz a mesma coisa, quando apresenta a direita como igualdade e liberdade, e a esquerda como um sacrifício da liberdade em prol da igualdade de poder. Ora, tanto a esquerda quanto a direita trabalham com o sacrifício da liberdade, visto que ambas trabalham com o conceito de contrato social do Estado.
Após apresentar estes conceitos, o autor apresenta a visão reformada sobre a relação do cristão com o mundo, de forma que família, indivíduo, igreja, trabalho, artes e escola são esferas independentes do Estado, que coexistem e extraem sua autoridade somente de Deus. O Estado tem o papel mediador, intervindo quando as diferentes esferas entram em conflito, ou para defender os fracos contra o abuso dos demais.
O cristão deve ter em mente que ética e governo sob a vontade de Deus não passam obrigatoriamente pela conversão de todas as pessoas, nem em colocar cristãos professos em cargos políticos (o que não é afirmar que um cristão não deve exercer um), mas sim em contribuir para que a lei de Deus seja reconhecida por todos. Cristãos e incrédulos podem se unir na luta contra males comuns aos dois grupos: o primeiro grupo o fará por amor ao Senhor, o segundo, pelo senso de moralidade.
O autor aponta a república como o melhor sistema político, pois somente Deus é capaz de concentrar em si todo o poder. A república é uma necessidade, em razão da inclinação do homem ao pecado e ao abuso; e é uma possibilidade, visto que a graça de Deus habilita os homens à justiça. Devemos considerar, por estas afirmações, que o Estado não é a solução para a sociedade, e o melhor que ele pode fazer é refrear a injustiça causada pelo pecado.
Nos últimos tópicos o autor faz uma afirmação com a qual tive que discordar, e justifico minhas razões. Ele afirma que o Estado não se preocupa com a segurança pública, porque está muito ocupado na busca por privilégios para os que cometeram crimes. Ora, tal afirmação é um tanto descuidada, pelos seguintes motivos:
- Primeiro que a afirmação fica confusa, dentro de um estado com tripartição de poderes. Quem executa as medidas penais é o Poder Judiciário, dentro do Princípio da Legalidade, ou seja, mediante a aplicação daquilo que a lei (Código Penal, Código Processual Penal...) determina. Logo, o Estado, na figura da Espada, faz aquilo que a lei já prevê;
- Essa afirmação entra em conflito com informações trazidas pelo próprio autor, como a superlotação dos presídios e principalmente o dever do Estado de garantir a dignidade da pessoa humana. A preocupação do Estado com a política penitenciária não é "dar privilégios aos presos", mas sim de garantir que estes cumpram suas penas dentro de parâmetros que assegurem a sua dignidade, como salubridade e exercício do poder de família.
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| Melhor Jair começando a leitura hein... |
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| Paulo Coelho? Dá pra ler até de cabeça pra baixo! |
EU ME RECUSO A DIZER EM QUEM VOTAREI. PODE NÃO SER EM NENHUM DOS DOIS! O VOTO É SECRETO!
quinta-feira, 29 de março de 2018
Devocional: Caia sobre nós o seu sangue, e sobre nossos filhos! (Mt 27:25)
Meu Pai, o povo clamou teu sangue! Movidos por violenta paixão, clamaram a responsabilidade pelo teu sangue, desde que o vissem derramado!
Tua morte fora tão desejada por eles, que ofereceram sua descendência como ré junto deles, não se importando de ver seus filhos culpados e sujeitos às consequências!
Pai, eles não se oporiam a enfrentar o vingador do Teu sangue, e a este entregariam suas crianças, tamanha a vontade de ver-Te na cruz!
Ah, meu Pai! Se soubessem quão aprazível é ter o Seu sangue sobre eles, e quão abençoados serão os filhos deles se tiverem a mesma sorte! Pois Teu sangue não traz a perseguição do vingador, nem a sentença de morte da Lei.
Teu sangue derramado é a remissão no próprio crime a remir; a inocência declarada na culpa! Pai, ainda desejariam Seu sangue se soubessem o valor que tem?
Pois eu o quero, Senhor. Não amo ser culpado por ele, mas por ele ser também alvo do Teu perdão, Pai! Teu sangue que cobre meus umbrais evitando a morte eterna de minha alma, Cordeiro Santo de Deus!
Quero-o sobre mim, humilhado por saber que não pode ser de outra forma, e que nada posso fazer sobre isso! Tua morte venceu a morte! Compraste-me pelo preço imensurável do seu sangue!
quarta-feira, 21 de março de 2018
Quais são as qualificações dos presbíteros?
Porque convém que o bispo seja irrepreensível, como despenseiro da casa de Deus, não soberbo, nem iracundo, nem dado ao vinho, nem espancador, nem cobiçoso de torpe ganância;
Mas dado à hospitalidade, amigo do bem, moderado, justo, santo, temperante;
Retendo firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina, para que seja poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina, como para convencer os contradizentes.
Porque há muitos desordenados, faladores, vãos e enganadores, principalmente os da circuncisão,
Aos quais convém tapar a boca; homens que transtornam casas inteiras ensinando o que não convém, por torpe ganância.
Um deles, seu próprio profeta, disse: Os cretenses são sempre mentirosos, bestas ruins, ventres preguiçosos.
Este testemunho é verdadeiro. Portanto, repreende-os severamente, para que sejam sãos na fé.
Não dando ouvidos às fábulas judaicas, nem aos mandamentos de homens que se desviam da verdade.
Todas as coisas são puras para os puros, mas nada é puro para os contaminados e infiéis; antes o seu entendimento e consciência estão contaminados.
Confessam que conhecem a Deus, mas negam-no com as obras, sendo abomináveis, e desobedientes, e reprovados para toda a boa obra.
- Não ser neófito (I Timóteo 3:6)
- Ser santo e irrepreensível (I Timóteo 3:2 e Tito 1:6-7)
- Ser esposo de uma só mulher (I Timóteo 3:2 e Tito 1:6)
- Ser temperante e sóbrio (I Timóteo 3:2 e Tito 1:6)
- Ser respeitável e ter bom testemunho dos de fora (I Timóteo 3:2,7)
- Ser hospitaleiro (I Timóteo 3:2 e Tito 1:8)
- Ser apto a ensinar e fiel à Palavra (I Timóteo 3:3,8 e Tito 1:7)
- Não ser intolerante ou arrogante (Tito 1:7)
- Não ser amante do dinheiro e nem cobiçoso de ganho desonesto (I Timóteo 3:3,8 e Tito 1:7)
- Governar bem a sua casa, tendo filhos obedientes que são crentes e não abertos à acusação de dissolução ou de insubordinação (I Timóteo 3:4-5 e Tito 1:6)
- Não ser dado vinho (I Timóteo 3:8 e Tito 1:7)
Conforme podemos concluir pela leitura da carta de Paulo para Tito, o presbítero deve ser um homem apto a ensinar a Palavra: (1) visto que este será responsável por admoestar os membros da igreja de suas incorreções (2), para ser capaz de defender as Escrituras daqueles que se opõem (3) e combater falsos mestres e doutrinas.
Uma igreja saudável necessita de conhecimento da Palavra, cabendo as presbíteros precipuamente o ensino da mesma. Há de se deixar claro que o Senhor, ao dispensar os dons à igreja, capacitará alguns com o dom do ensino, o que não necessariamente significa que tal cristão tenha um chamado para ser presbítero da igreja. Dom de ensino e aptidão para ensinar tem extensões diferentes: o dom é a excelência dada por Deus para edificação da igreja, a aptidão para o ensino é a capacidade de ensinar de maneira correta; todo homem com o dom de ensino é apto para ensinar, mas nem todo homem apto para ensinar tem o dom do Espírito para isso.
Logo, nem todo presbítero terá o dom do ensino, mas todo presbítero tem que ser capaz de ensinar a Palavra corretamente. Todo presbítero tem necessidade de ser teólogo e conhecer a Palavra, a fim de não ensinar incorretamente. Tal disposição encontra fundamento na própria prerrogativa do presbítero de repreender os membros da igreja em seus pecados, o que demonstra no mínimo o conhecimento de que a conduta de tal membro é pecaminosa.
Não apenas apto para admoestar a igreja, o próprio presbítero deve ser fiel àquilo que ensina. Sendo constante e zeloso no seu proceder de acordo com a Palavra de Deus.
Visto que principados e potestades desejam causar o maior dano possível à igreja e seus membros, numa tentativa maligna de embaraçar a proclamação do Evangelho, surgem no seio da igreja falsos mestres e doutrinas, devendo o presbítero ser conhecedor da Palavra, a fim de combatê-los, como Paulo recomendou que fizessem os presbíteros que seriam eleitos na igreja de Creta.
Não ser intolerante ou arrogante
A intolerância é uma evidência da dificuldade de amar ao próximo (que é o segundo grande mandamento), sendo incabível cogitar um presbítero incapaz de compreender o próximo e que haja com repulsa diante daquilo que lhe seja contrário. O líder da igreja encontrará sempre pessoas com valores e ideias que divergem das próprias, devendo ter o coração aberto para ouvir, julgar e reter aquilo que for de acordo com a Palavra, ainda que isso signifique quebrar seus próprios conceitos.
Já a arrogância é um evidência da falta de humildade, de um orgulho agudo, sendo certo que tal característica não pode ser encontrada em um presbítero (ou qualquer cristão), visto que o Senhor rejeita os soberbos (Tiago 4:6). Um homem que tem dificuldade de ser humilde e sujeitar-se ao senhorio de Cristo dificilmente conduzirá a igreja para que assim o faça.
Não ser amante do dinheiro e nem cobiçoso do ganho desonesto
A preocupação com o amor às riquezas terrenas foi motivo de advertências do próprio Senhor Jesus (Mateus 6:19-21 e 24; 19:16-30), razão pela qual o candidato a presbítero não pode mostrar-se demasiadamente preocupado com as riquezas materiais. Podemos considerar a possibilidade de tal tipo de homem não dispensar todos os recursos financeiros necessários à obra pelo desejo maior de guardar dinheiro, ainda que sem razão para fazê-lo. O amor ao dinheiro é idolatria, violação ao primeiro grande mandamento.
Quanto a cobiça de ganho desonesto, podemos considerar o desejo de ganhar injustamente, de tirar vantagem excessiva na prática de serviços e na gestão de seus bens, ainda que isso pressuponha aproveitar-se da boa-fé e inocência alheia. Os homens que tais coisas praticam não devem ser eleitos ao presbitério, visto que desconsideram o agir de forma justa e a dignidade do salário do seu trabalho e dos demais. Vemos o possível exemplo de um homem que praticou e buscou correção de tal postura em Zaqueu, o publicano (Lucas 19:2-10).
Governar bem a sua casa, tendo filhos obedientes que são crentes e não abertos à acusação de dissolução ou insubordinação
Tal disposição tem sua razão de ser visto que, na ordem da criação, ao homem foi dada a responsabilidade de cuidar de sua família antes mesmo da aliança. Um homem que não governa sua casa bem, ou seja, biblicamente, não terá tal capacidade com a sua igreja (I Timóteo 5:8).
Quanto aos filhos, considerando o fato de que a salvação é individual e o chamado de Deus independe da vontade humana, não podemos considerar que um homem esteja desqualificado para exercer o presbitério se um de seus filhos não for cristão. A inteligência do versículo nos leva a ponderar que, quanto aos filhos que são crentes, estes não podem ser abertos à acusação de dissolução ou insubordinação, o que nada mais é que o reflexo da criação recebida de um pai santo e irrepreensível. E, ainda que possua filhos que não são cristãos, estes devem ser subordinados à autoridade do candidato, que, ainda que não tenha poder para converter seus filhos, tem o dever se guiar sua família nos valores morais cristãos.
Fortalecendo o posicionamento acima, consideremos também a hipótese de um candidato solteiro: este regerá bem a sua vida familiar, ainda que não seja o cabeça de sua casa ainda, agindo como o filho obediente, subordinado à autoridade dos pais, honrando-os, da forma que Deus espera dos Seus (Efésios 6:1-3). Não possuir filhos ou esposa não o desqualifica para o exercício do cargo de presbítero, pois, conforme já refletimos, tais recomendações podem não ser totalmente encontradas nos candidatos.
Não ser dado ao vinho
Bem... Esse requisito será abordado em apartado, visto que pretendo me estender um tanto mais no tema!
Concluindo...
Devemos buscar líderes para nossas igrejas dentro daquilo que a bíblia considera importante. Os versículos acima nos apresentaram evidências do chamado de um homem para liderar sua igreja. Não esqueça que somos imperfeitos, e que talvez boa parte das características acima levem uma vida inteira para ser desenvolvidas!
quarta-feira, 14 de março de 2018
Quem são os Presbíteros?
quinta-feira, 8 de março de 2018
O que dizer sobre... Inteligência Humilhada
O Rev. Jonas inspirou-se para escrever sobre o tema a partir da leitura do livro X das Confissões de Agostinho de Hipona, e aborda questões cruciais para compreensão da inteligência humilhada, tais como o conflito entre fideísmo e racionalismo, bem como a adoção de uma teologia sinergista ou monergista como fator de influência no entendimento acerca do conhecimento de Deus e das demais coisas, além da necessidade da revelação especial.
Poder-se-ia dizer que o tema é exaustivamente abordado nos dois primeiros capítulos, nos quais apresenta-se a humilhação de nossa inteligência não como um estado oriundo da queda (embora a queda tenha sim seus efeitos noéticos), mas uma característica inerente ao homem (esteja ele consciente disso ou não), que precisa que Deus revele a Si, a verdade sobre nós mesmos e a verdade sobre o mundo. O conhecimento do homem é melhor desenvolvido quando colocado diante de Deus, em postura de reconhecimento de que dEle, por Ele e para Ele são todas as coisas. A inconsciência do homem quanto a sua dependência de Deus não muda o fato de que o conhecimento adquirido depende dEle, seja na revelação, seja na obra do Espírito Santo nos dando entendimento. Portanto, teologia é estudar a Palavra diante de Deus,com oração e humildade.
Considero os capítulos 3 e 4 não como essenciais para abordagem do tema, e sim como a apresentação de questões que norteiam o conceito já explicado nos dois primeiros capítulos. Já o capítulo 5 apresenta a traição dos teólogos, não analisando se cabe razão ao teólogo que valoriza mais a doutrina do que ao que valoriza mais as questões sociais, e sim apontando os dois grupos como desvio da cosmovisão cristã.
O livro é muito bom! Diversos conceitos são apresentados para explicar o tema, mas não se preocupem, o autor não teve qualquer ressalva de explicar cada um deles. Entretanto, duas considerações podem ser feitas. A primeira se dá ao fato de que, ao vir apresentar o tema no Seminário Teológico Congregacional de Niterói, o autor informou ter realizado a busca do conceito em diversos autores na história da igreja, como Agostinho e Pascal. De fato tais autores são citados no curso dos capítulos, entretanto, ansiava ao menos por um capítulo no qual o conceito seria explicado através da visão de cada teólogo, de forma que a obra pudesse ser utilizada para consultas posteriores.
Outro ponto que deixou-me com a impressão de estar faltando alguma coisa foi a apresentação da Teodiceia ao abordar a bondade e soberania de Deus em contraste com a existência do mal no mundo. Embora o tema tenha sido discorrido por diversas páginas, senti falta de um fechamento para o mesmo, quase como se a resposta tivesse ficado em aberto (uma resposta que eu sinceramente gostaria de ler por parte do autor). Deixo claro que neste ponto, talvez eu não tenha sido capaz de compreender corretamente, em função do pouco conhecimento que tenho acerca do tema.
Feitas as duas ressalvas, não poderia deixar de elogiar o método do autor, que faz pouco uso de citações e paráfrases, esforçando-se por apresentar o tema em suas próprias palavras. Esse tipo de escrita me agrada muito, e reflete o esforço do reverendo em ponderar talvez dezenas de obras lidas e extremamente necessárias para formulação daquela única frase onde um conceito é apresentado! As citações são usadas para reforçar conceitos que o próprio autor apresentou com suas palavras.
Recomendo a leitura da obra para aprofundamento nas áreas de Antropologia Bíblica, Cristologia e Teologia Propriamente Dita, com uma boa aplicação em estudos sobre Cosmovisão Cristã (principalmente no capítulo 5) e Revelação Especial. Agradeço ao Reverendo Idauro Campos por presentear-me com a obra, bem como ao Reverendo Jonas Madureira por debruçar-se em horas de estudo para escrever uma obra tão bem fundamentada. Agradeço-o por fazer teologia diante de Deus!
terça-feira, 27 de fevereiro de 2018
Sendo direto: O Evangelho não é sobre você.
Os 28 artigos da breve exposição das doutrinas fundamentais do Cristianismo
Artigo 1 - Do Testemunho da Natureza quanto à Existência de Deus "Existe um só Deus, vivo e pessoal; suas obras no céu e na terra mani...
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Artigo 1 - Do Testemunho da Natureza quanto à Existência de Deus "Existe um só Deus, vivo e pessoal; suas obras no céu e na terra mani...
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A Páscoa no Antigo Testamento é o memorial da libertação dos hebreus do Egito, representando a primeira reunião com o povo da aliança. E fal...
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Daniel, pois, quando soube que o edito estava assinado, entrou em sua casa (ora havia no seu quarto janelas abertas do lado de Jerusalém), e...








